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Portal Zacarias: Menino De 13 Anos Espancado Até A Morte Por Colegas De Escola

A morte do estudante Carlos Teixeira Gomes Ferreira Názara, de 13 anos, após ser espancado por colegas na Escola Estadual Júlio Pardo Couto, em Vila Mirim, Praia Grande, chocou a comunidade escolar e levantou questões sobre a violência nas escolas. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil e a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) abriu uma sindicância interna. Neste artigo, você entenderá o que aconteceu, como está a investigação e o que pode ser feito para evitar casos de Portal Zacarias Menino De 13 Anos Espancado.

Portal Zacarias: Menino De 13 Anos Espancado Até A Morte Por Colegas De Escola
Portal Zacarias: Menino De 13 Anos Espancado Até A Morte Por Colegas De Escola

I. Morte de Carlos Teixeira Gomes Ferreira Názara

O que aconteceu?

Carlos Teixeira Gomes Ferreira Názara, de 13 anos, era um estudante da Escola Estadual Júlio Pardo Couto, em Vila Mirim, Praia Grande. No dia 17 de outubro de 2022, ele foi espancado por colegas de classe e sofreu ferimentos graves. Ele foi levado para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Praia Grande, onde recebeu atendimento médico e foi liberado. No entanto, seu estado de saúde piorou e ele foi transferido para a Santa Casa de Santos. No mesmo dia, ele sofreu três paradas cardíacas e morreu.

Investigações

A Polícia Civil está investigando o caso e solicitou a realização de uma necropsia para determinar a causa da morte de Carlos. A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) também abriu uma sindicância interna para apurar as circunstâncias do ocorrido.

EnvolvidosAçõesConsequências
Colegas de classeEspancaram CarlosMorte de Carlos
EscolaNão tomou medidas para prevenir a violênciaSindicância interna aberta pela Seduc-SP
Polícia CivilInvestigando o casoNecropsia solicitada para determinar a causa da morte

II. Investigação da Polícia Civil

Como está a investigação?

A Polícia Civil está investigando o caso e já ouviu depoimentos de testemunhas. Também foi solicitada a realização de uma necropsia para determinar a causa da morte de Carlos.

Quais as possíveis consequências?

Os responsáveis pelo espancamento de Carlos podem ser responsabilizados criminalmente por homicídio. A escola também pode ser responsabilizada por negligência, caso seja comprovado que não tomou medidas para prevenir a violência.

EnvolvidosAçõesPossíveis consequências
Colegas de classeEspancaram CarlosHomicídio
EscolaNão tomou medidas para prevenir a violênciaNegligência
Investigação Da Polícia Civil
Investigação Da Polícia Civil

III. Manifestação da Secretaria de Segurança Pública (SSP)

Nota da SSP sobre o caso

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) divulgou uma nota sobre o caso do estudante Carlos Teixeira Gomes Ferreira Názara, de 13 anos, que morreu após ser espancado por colegas na Escola Estadual Júlio Pardo Couto, em Vila Mirim, Praia Grande. Na nota, a SSP lamentou o ocorrido e informou que a Polícia Civil está investigando o caso.

ÓrgãoAção
Secretaria de Segurança Pública (SSP)Divulgou nota sobre o caso
Polícia CivilInvestigando o caso

Medidas de combate à violência escolar

A SSP também informou que está trabalhando em conjunto com a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) para combater a violência escolar. Entre as medidas estão:

  • Reforço do policiamento escolar;
  • Implementação de programas de prevenção à violência;
  • Capacitação de professores e funcionários das escolas para lidar com casos de violência.
Manifestação Da Secretaria De Segurança Pública (Ssp)
Manifestação Da Secretaria De Segurança Pública (Ssp)

IV. Nota da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (SeducSP)

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (SeducSP) também se manifestou sobre o caso do estudante Carlos Teixeira Gomes Ferreira Názara, de 13 anos, que morreu após ser espancado por colegas na Escola Estadual Júlio Pardo Couto, em Vila Mirim, Praia Grande. Em nota, a SeducSP lamentou o ocorrido e informou que abriu uma sindicância interna para apurar as circunstâncias do ocorrido.

ÓrgãoAção
Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (SeducSP)Divulgou nota sobre o caso e abriu uma sindicância interna

A SeducSP também informou que está trabalhando em conjunto com a Secretaria de Segurança Pública (SSP) para combater a violência escolar. Entre as medidas estão:

  • Reforço do policiamento escolar;
  • Implementação de programas de prevenção à violência;
  • Capacitação de professores e funcionários das escolas para lidar com casos de violência.
Nota Da Secretaria De Educação Do Estado De São Paulo (Seducsp)
Nota Da Secretaria De Educação Do Estado De São Paulo (Seducsp)

V. Como evitar casos de violência escolar

O que as escolas podem fazer?

As escolas podem tomar várias medidas para evitar casos de violência escolar, tais como:

  • Criar um ambiente escolar seguro e acolhedor;
  • Promover o diálogo e o respeito entre alunos e professores;
  • Implementar programas de prevenção à violência;
  • Capacitar professores e funcionários para lidar com casos de violência.
MedidaObjetivo
Criar um ambiente escolar seguro e acolhedorFazer com que os alunos se sintam seguros e protegidos na escola
Promover o diálogo e o respeito entre alunos e professoresCriar um ambiente de respeito mútuo
Implementar programas de prevenção à violênciaEnsinar os alunos sobre os riscos da violência e como evitá-la
Capacitar professores e funcionários para lidar com casos de violênciaPreparar os profissionais da escola para lidar com situações de violência de forma segura e eficaz

O que os pais podem fazer?

Os pais também podem desempenhar um papel importante na prevenção da violência escolar, tais como:

  • Conversar com seus filhos sobre violência e bullying;
  • Ensinar seus filhos a respeitar os outros;
  • Monitorar as atividades online de seus filhos;
  • Buscar ajuda profissional se seu filho estiver envolvido em violência ou bullying.
Como Evitar Casos De Violência Escolar
Como Evitar Casos De Violência Escolar

VI. Conclusão

A morte de Carlos Teixeira Gomes Ferreira Názara é uma tragédia que deve servir de alerta para a sociedade sobre a importância de combater a violência escolar. É preciso que todos os envolvidos, desde alunos e professores até pais e autoridades, trabalhem juntos para criar um ambiente escolar seguro e acolhedor. Só assim conseguiremos evitar que outras vidas sejam ceifadas pela violência.

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